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Lista de Publicações que criei ou participo

Publicações em estágio inicial

Índice de citações e traduções por autor(a)

OBS: Ainda que o índice esteja desatualizado, o mantenho aqui para quem quiser acessar…

Ailton Krenak

Alan Moore

Allen Ginsberg

Ana Primavesi


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Edgar Allan Poe — Montagem por @zhiOmn

Poema “The Raven” de Edgar Allan Poe, publicado em inglês em 1845 e traduzido por Fernando Pessoa em 1924.

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
“Uma visita”, eu me disse, “está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais.”

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu’ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P’ra esquecer (em vão!) …


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Fonte: rawpixel.com/image/217349/healthy-organic-grains

Com grande alegria agradeço ao apoio e à generosidade de pessoas que contribuíram através do Pix/Picpay. São pessoas queridas que também me apoiam de formas diversas além desta.

Vídeo do primeiro agradecimento:

17 de fevereiro de 2021

…como apoiar…

…para apoiar
minhas obras e movimentos
existem dois caminhos:

— 1 —

…para apoios relacionados às zines
“Entre Mortes e Passagens” (2021)
e “Entre Ventos e Elementos” (2020)

que foram publicadas pela Entre Editora,
você pode apoiar pelo Pix
“entreeditora@gmail.com”
(escreva “Ormando” na mensagem)

— 2 —

…para apoios relacionados à
outros textos, traduções,
vídeos/áudios, e movimentos em geral
,
você pode apoiar pelo Pix
“ormandomn@gmail.com”
~.~

Para conhecer outras obras publicadas pela editora acesse medium.com/entreeditora e instagram.com/entreeditora

Leia outros textos autorais meus em medium.com/entres

…abraços luminosos… ~.~


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O vento sopra nesse pequeno e corajoso caminho. Já não existem árvores ou arbustos, só o musgo e a rocha crescem aqui. Por aqui ninguém tem nada para procurar, ninguém tem propriedade. Aqui no alto, o camponês não tem nem feno, nem madeira. É o longínquo que atrai, a saudade que queima, foi ela que entre as rochas formou esse pequeno caminho, entre pântano e neve, levando para outros vales, outras casas, outras línguas e outra gente.

Bem no alto do desfiladeiro, eu paro. O caminho aqui desce para os dois lados, a água corre para ambos os lados e…


Tradução do texto “The Sleep-Walkers” do livro “The Madman — His Parables and Poems” de Khalil Gibran, publicado em inglês em 1918

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Pitura de Khalil Gibran (não relacionada ao poema) — Fonte: gibrankhalilgibran.org

Na cidade onde nasci viviam uma mulher e sua filha, que andavam enquanto dormiam.
In the town where I was born lived a woman and her daughter, who walked in their sleep.

Uma noite, enquanto o silêncio envolvia o mundo, a mulher e sua filha, andando, mas dormindo, se encontraram em seu jardim enevoado.
One night, while silence enfolded the world, the woman and her daughter, walking, yet asleep, met in their mist-veiled garden.

E a mãe falou, e disse: “Finalmente, finalmente, minha inimiga! Você, que destruiu a minha juventude — que construiu a sua vida em cima das ruínas…


Tradução do texto “The Scarecrow” do livro “The Madman — His Parables and Poems” de Khalil Gibran, publicado em inglês em 1918

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Khalil Gibran — Fonte: gibrankhalilgibran.org

Uma vez eu disse para um espantalho: “Você deve estar cansado de ficar neste campo solitário”.
Once I said to a scarecrow, “You must be tired of standing in this lonely field.”

E ele disse: “A alegria de assustar é profunda e duradoura, e eu nunca me canso dela”.
And he said, “The joy of scaring is a deep and lasting one, and I never tire of it.”

Eu disse, após um minuto de reflexão: “É verdade; pois eu também já conheci essa alegria”. …


Tradução do texto “My Friend” do livro “The Madman — His Parables and Poems” de Khalil Gibran, publicado em inglês em 1918

Meu amigo, eu não sou o que pareço. Parecer é apenas uma roupa que eu visto — uma veste tecida com cuidado, que me protege dos seus questionamentos e protege você da minha negligência.
My friend, I am not what I seem. Seeming is but a garment I wear — a care-woven garment that protects me from thy questionings and thee from my negligence.

O “eu” em mim, meu amigo, mora na casa do silêncio, e nela permanecerá para todo o sempre, despercebido, inalcançável.


Tradução do texto “God” do livro “The Madman — His Parables and Poems” de Khalil Gibran, publicado em inglês em 1918

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Khalil Gibran — Fonte: commons.wikimedia.org

Nos tempos antigos, quando o primeiro palpitar de fala chegou aos meus lábios, eu subi a montanha sagrada e falei para Deus, dizendo: “Mestre, eu sou teu escravo”. Tua vontade oculta é minha lei e eu te obedecerei para todo o sempre”.
In the ancient days, when the first quiver of speech came to my lips, I ascended the holy mountain and spoke unto God, saying, “Master, I am thy slave. Thy hidden will is my law and I shall obey thee for ever more.”

Mas Deus não respondeu e, como uma poderosa tempestade, passou.


Lista dos 17 livros do escritor e poeta Khalil Gibran, traduzida do site gibrankhalilgibran.org

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Khalil Gibran fotografado por F. Holland Day em cerca de 1898 — Fonte: commons.wikimedia.org

Livros de Kahlil Gibran

Um pouco sobre cada livro:

Music (1905)

Uma coleção de artigos publicados por Gibran no jornal diário Al Muhajer (O Emigrante). É um ensaio rigoroso sobre as entonações e influências da música que ele…

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