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…passagens e meios… veja mais em https://medium.com/ormando

…entre versos, zines, papéis e telas…

~.~ …as zines abaixo foram publicadas online pela Entre Editora
…elas incluem poemas, imagens dos manuscritos, prefácios e posfácios, epígrafes, e ilustrações que foram copiadas de livros antigos… ~.~

“Entre Mortes e Passagens” Andar Olhar Ormando zhiOmn

Entre Mortes e Passagens

Zine publicada em 2 de fevereiro de 2021

Leia em bit.ly/mortes-e-passagens

Baixe o pdf em bit.ly/entre-mortes-e-passagens-baixar


Ormando zhiOmn — Foto mesclada com uma pintura de Tashi Mannox

“Não sou Deus mas sou Eus” (Maurício Baia)

…oies… ~.~ …sou o Ormando zhiOmn, e vou escrever um pouco sobre “eus líricos”… ~.~ …gosto muito mais de falar sobre eles do que sobre o eu “mesmo”… rsrsrs… ~.~

Andar Olhar

…num fim de tarde de março de 2015, após observar o espaço de um vale e receber do vento carinhos ao pé do ouvido, escolhi criar um perfil no Instagram enquanto voltava de ônibus para casa,,,
…o nome que ecoou do sopro do vento foi “Andar Olhar”…
…criei o perfil com este nome e ele se tornou meu nome de autor nas zines “…entres…”
~.~

Lumina Nimbus

…”Nuvem de Luzes”, ou “Lumina…


Lista de Publicações que criei ou participo

Publicações em estágio inicial

Índice de citações e traduções por autor(a)

OBS: Ainda que o índice esteja desatualizado, o mantenho aqui para quem quiser acessar…

Ailton Krenak

Alan Moore

Allen Ginsberg

Ana Primavesi


Gilles Deleuze e Félix Guattari

“Ora, o nome próprio não designa um indivíduo: ao contrário, quando o indivíduo se abre às multiplicidades que o atravessam de lado a lado, ao fim do mais severo exercício de despersonalização, é que ele adquire seu verdadeiro nome próprio. O nome próprio é a apreensão instantânea de uma multiplicidade. O nome próprio é o sujeito de um puro infinitivo compreendido como tal num campo de intensidade.”

— Gilles Deleuze e Félix Guattari em “Mil Platôs — Vol. 1” no platô 2, “Um só ou vários lobos?”


Wisława Szymborska — Fonte: elfikurten.com.br

Nos sonhos
eu pinto como Vermeer van Delft.

Falo grego fluente
e não só com os vivos.

Dirijo um carro
que me obedece.

Tenho talento,
escrevo grandes poemas.

Escuto vozes
não menos que os mais veneráveis santos.

Vocês se espantariam
com minha performance ao piano.

Flutuo no ar como se deve
isto é, sozinha.

Ao cair do telhado
desço de manso na relva.

Respiro sem problema
debaixo d’água.

Não reclamo:
consegui descobrir a Atlântida.

Fico feliz de sempre poder acordar
pouco antes de morrer.

Assim que começa a guerra
me viro do melhor lado.

Sou, mas não tenho que ser
filha da minha época.

Faz alguns anos
vi dois sóis.

E anteontem um pinguim.
Com toda a clareza.

— Wisława Szymborska


CSS 3 — Cascading Style Sheets

Código CSS:

a img:hover {
opacity: 0.85;
}

Composto por:

  • o elementoa” (referente a links)
  • c o elementoimg” (referente a imagens) com a pseudoclassehover” (referente a quando o mouse está em cima do elemento)
  • com a propriedade opacity” e o valor0.85”

* Sobre o fundo do site

  • Ao reduzir a opacidade da imagem de 100% (1.00) para 85% (0.85) a imagem “brilha” se o fundo for claro.
  • Se o fundo for escuro a imagem vai ficar mais escura em vez de mais clara.
  • O motivo disso é que o “brilho” está sendo feito a partir de um “truque” com a opacidade…

Outras páginas do site Ormando zhiOmn

Textos ~ Traduções ~ Colaborações ~ Vídeos ~ Curadoria ~ Sobre ~ Apoios ~ Página Inicial

Veja os agradecimentos aos apoios recebidos e saiba como apoiar


Fernando Pessoa — Fonte: Museu Casa Fernando Pessoa

Creio que irei morrer.
Mas o sentido de morrer não me ocorre[?],
Lembro-me que morrer não deve ter sentido.
Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.
Que folhas ou que flores tem uma classificação?
Que vida tem a vida ou que morte a morte?
Tudo são termos onde se define.
A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que
destinge, uma(…)
…mas o Universo existe mesmo sem o Universo.
Esta verdade capital é falsa só quando é dita.

- Alberto Caeiro (Fernando Pessoa) em “Poemas Inconjuntos”, 1 de outubro de 1917

Referência bilbiográfica: “Poemas Inconjuntos”. Poemas Completos de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. (Recolha, transcrição e notas de Teresa Sobral Cunha.) Lisboa: Presença, 1994.- 137.

Fonte: Arquivo Pessoa http://arquivopessoa.net/textos/353


…e 5 respostas sobre “5 Perguntas?”

“5?” — 5 Perguntas?

1. O que é?

Entrevistas com 5 perguntas e 5 respostas. Essa é a “regra” que rege os limites do que pode-se fazer aqui.
Em relação aos temas das entrevistas, pode ser qualquer tema que eu seja capazes de elaborar perguntas e que alguém aceite responder…

2. Por que 5?

Para, teoricamente, ser mais fácil para quem pergunta, quem responde, e quem lê…
Teoricamente porque, ao mesmo tempo que cinco não é muito, e isso facilita, cinco pode ser pouco, e isso dificulta…

3. Pra quê perguntar?

…no mínimo pra aprender… ninguém consegue saber tudo, e faz bem ouvir quem sabe sobre algum assunto falando sobre aquele assunto…
…e aqui não é…


Fernando Pessoa e o Zodíaco — Montagem por @zhiOmn

Fernando Pessoa foi um artista singular e múltiplo. Singular pela sua forma própria e original de fazer a sua obra, e múltiplo também pela sua forma de fazer sua obra através de heterônimos e personagens-autores. Talvez pudéssemos até o chamar de “PessoaS”…

Eu (Ormando zhiOmn) fiz cinco perguntas sobre Fernando Pessoa para José Correia, que realiza pesquisa bibliográfica e consultoria na biblioteca do Museu Casa Fernando Pessoa, desde 2009. Leia abaixo as respostas:


Fernando Pessoa — Montagem por @zhiOmn

E o esplendor dos mapas, caminho abstracto para a imaginação concreta,
Letras e riscos irregulares abrindo para a maravilha.

O que de sonho jaz nas encadernações vetustas,
Nas assinaturas complicadas (ou tão simples e esguias) dos velhos livros.
(Tinta remota e desbotada aqui presente para além da morte,
O que de negado à nossa vida quotidiana vem nas ilustrações,
O que certas gravuras de anúncios sem querer anunciam.

Tudo quanto sugere, ou exprime o que não exprime.
Tudo o que diz o que não diz,
E a alma sonha, diferente e distraída.

Ó enigma visível do tempo, o nada vivo em que estamos!)

— Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), 14 de janeiro de 1933

Referência bibliográfica: Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993), p. 51.

Fonte: Arquivo Pessoa http://arquivopessoa.net/textos/2571

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